quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Os mitos que cercam o ato de escrever




Muitos mitos cercam o ato de escrever. Faremos aqui uma série de posts nos quais gostaríamos de mostrar verdades e mentiras sobre o assunto, bem como fornecer dicas. A fonte de pesquisa encontra-se no final do texto.


Nos tempos de escola, acabamos cristalizando alguns mitos a respeito das famosas redações (prefiro chamá-las de produção textual). Algumas dessas crenças têm fundamento nos livros didáticos e na cultura escolar em geral. Geralmente, a relação das pessoas com a escrita é um pouco desastrosa e isso reside em muitos equívocos que ouvimos no decorrer da vida. Muitos de nós crescemos com a ideia de que nunca seremos bons escritores, que não há possibilidades de amadurecer um texto e até mesmo que escrever é um dom, quase uma dádiva dos céus a alguns mortais. Será que você se encaixa no grupo dos mortais que não foram beneficiados com o dom da escrita? Caso a sua resposta foi não, meus parabéns, pois até os maiores escritores que conhecemos se sentem inseguros e até mesmo incapazes diante da folha em branco. A tarefa da escrita é uma das mais complicadas que enfrentamos ao longo da vida principalmente porque envolve subjetivismo e muito esforço, mas eu tenho uma ótima noticia pra você: todos são capazes de escrever bem!

Vejamos as falsas crenças e os mitos mais frequentes sobre a escrita ,que conversaremos nos próximos posts: “a escrita é um dom que poucas pessoas têm; é um ato espontâneo que não exige empenho; é uma questão que se resolve com algumas ‘dicas’; é um ato isolado desligado da leitura; é algo desnecessário ao mundo moderno; é um ato autônomo, desvinculado das práticas sociais.”

Fonte: GARCEZ, L. H. do Carmo. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

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